A itinerância continua, a
deputada Léa Toscano saiu da tribuna da Assembléia Legislativa do Estado, indo
para o meio das comunidades através do programa “Ação Parlamentar”, que é
veiculado pela Rádio Constelação FM de Guarabira, todas as sextas-feiras, às
11h.
Léa visitou o Conjunto Nossa Senhora
Aparecida, comunidade carente da periferia. Durante o programa a deputada Léa
pode ouvir os inúmeros reclames dos moradores do conjunto. E o que todos os
depoimentos tinham em comum, é o descaso da atual administração municipal por
aquela comunidade.
A audiência do programa vem causando
grande impacto, por aproximar o povo dos trabalhos da Assembléia Legislativa,
através da prestação de contas e das ações da deputada, como também do Governo
do Estado.
Os próprios moradores demonstram alegria
em participar do radiofônico elogiando-o, e lembram que outros deputados sequer
agradeceram a votação que tiveram e não prestam contas de suas ações como vem
fazendo a deputada Léa Toscano.
Segundo os moradores, certamente por saber
que a deputada iria ao bairro, a prefeitura mandou fazer uma rápida limpeza nas
ruas, que estavam tomadas pelo lixo, mato e entulhos.
De acordo com Léa, desta forma, ela é que
está administrando Guarabira! Com isso, a deputada alfinetou a atual gestão,
afirmando que fará uma agenda das comunidades, onde serão veiculados os
próximos programas, e entregará a prefeitura, para esta realizar melhorias nas
localidades, já que a gestão “não sabe para o que veio” e querem esconder o
abandono a que submete os bairros.
O Canal do Juá, os problemas das águas
durante o período das chuvas, habitação, limpeza das ruas, entre outros, foram
alguns dos problemas relatados pelos moradores do Conjunto Nossa Senhora
Aparecida.
Um momento que chamou a atenção foi o
depoimento do morador José Marinho ao contar que tentou conseguir um emprego e
foi discriminado por ser morador do conjunto. O mesmo clamou por melhorias para
o bairro, que tem o estigma por conter moradores que vivem a margem da
sociedade.
Ainda de acordo com José Marinho, a
prefeitura poderia mudar a situação que vive a comunidade, pois dinheiro há
para isso, mas a atual gestão não sabe administrar adequadamente os recursos.
Da redação/ Walter Lima
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