sexta-feira, 20 de abril de 2012

Léa, me sinto feliz por está exercendo dois mandatos, enfatizou metaforicamente a deputada.


A itinerância continua,  a deputada Léa Toscano saiu da tribuna da Assembléia Legislativa do Estado, indo para o meio das comunidades através do programa “Ação Parlamentar”, que é veiculado pela Rádio Constelação FM de Guarabira, todas as sextas-feiras, às 11h.

Léa visitou o Conjunto Nossa Senhora Aparecida, comunidade carente da periferia. Durante o programa a deputada Léa pode ouvir os inúmeros reclames dos moradores do conjunto. E o que todos os depoimentos tinham em comum, é o descaso da atual administração municipal por aquela comunidade.

A audiência do programa vem causando grande impacto, por aproximar o povo dos trabalhos da Assembléia Legislativa, através da prestação de contas e das ações da deputada, como também do Governo do Estado.

Os próprios moradores demonstram alegria em participar do radiofônico elogiando-o, e lembram que outros deputados sequer agradeceram a votação que tiveram e não prestam contas de suas ações como vem fazendo a deputada Léa Toscano.

Segundo os moradores, certamente por saber que a deputada iria ao bairro, a prefeitura mandou fazer uma rápida limpeza nas ruas, que estavam tomadas pelo lixo, mato e entulhos.

De acordo com Léa, desta forma, ela é que está administrando Guarabira! Com isso, a deputada alfinetou a atual gestão, afirmando que fará uma agenda das comunidades, onde serão veiculados os próximos programas, e entregará a prefeitura, para esta realizar melhorias nas localidades, já que a gestão “não sabe para o que veio” e querem esconder o abandono a que submete os bairros.

O Canal do Juá, os problemas das águas durante o período das chuvas, habitação, limpeza das ruas, entre outros, foram alguns dos problemas relatados pelos moradores do Conjunto Nossa Senhora Aparecida.

Um momento que chamou a atenção foi o depoimento do morador José Marinho ao contar que tentou conseguir um emprego e foi discriminado por ser morador do conjunto. O mesmo clamou por melhorias para o bairro, que tem o estigma por conter moradores que vivem a margem da sociedade.

Ainda de acordo com José Marinho, a prefeitura poderia mudar a situação que vive a comunidade, pois dinheiro há para isso, mas a atual gestão não sabe administrar adequadamente os recursos.


Da redação/ Walter Lima

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