segunda-feira, 9 de abril de 2012

Eleições 2012: em quem confiar ? pare e pense bem! caro eleitor.

O quadro atual da política brasileira, pintado a partir das tétricas cores das constantes denúncias de locupletação, desmando, irresponsabilidades e falta de coerência com os compromissos assumidos- notadamente durante as campanhas eleitorais – tem contribuído decisivamente para que o eleitor, em todos os níveis, se torne cético quanto à importância do ato de votar.
E esta desconfiança, em relação aos “políticos”, que toma conta de todo povo, se respalda em fortes e irrefutáveis argumentos,quando a cada triste e lamentável (porém necessário) episódio de apuração de uma CPI,constata-se que o “correto e integro” que hoje acusa e julga,amanhã se torna réu pelas mesmas falcatruas que condenou,surgindo a questão em quem confiar?
 
Ao que parece os senhores que atualmente detêm (ou pleiteiam) um mandato eletivo, ainda não realizaram, pelo menos em profundidade, as seguintes reflexões:
 
1 – como provar ao eleitor que não pertencem ao mesmo grupo daqueles que se utilizam do mandato apenas para legislar em causa própria?
 
2- como devolver ao eleitor, a crença nos “homens públicos”, perdida após as desastrosas atuações dos mesmos?
 
Resta, assim, ao homem do povo, depois de seguidas decepções, analisar com argúcia se ainda é valido votar pelo resultado do leilão a que é submetido o seu voto – comprado por feiras ou favores, ou eleger princípios e ideais, independentemente da pessoa, e de suas posses, contribuindo, dessa forma, para evitar a repetição dos recentes e vergonhosos acontecimentos vivenciados pelo país, que transformaram o cenário político brasileiro, nos últimos anos, em uma incomensurável mesmice sem perspectivas futuro promissor.
 
Isso sem deixar de lado o exemplo que vivemos atualmente diante, dessa conjetura política atual vigente em nossa cidade.
 
Por isso o eleitor deve observar minuciosamente, qual o candidato que trás o melhor perfil para governar e promover o verdadeiro desenvolvimento sócio, político e econômico administrativo.
 
Da redação / Walter Lima

Nenhum comentário: