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quarta-feira, 14 de maio de 2014

A Campanha Viva Mulher: "Participação popular para a violência acabar" é uma iniciativa do Serviço de Educação Popular (Sedup)


VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES: A SITUAÇÃO

A violência contra as mulheres assume muitas formas – física, sexual, psicológica e econômica. Essas formas de violência se inter-relacionam e afetam as mulheres desde antes do nascimento até a velhice.

Alguns tipos de violência, como o tráfico de mulheres, cruzam as fronteiras nacionais.

As mulheres que experimentam a violência sofrem uma série de problemas de saúde, e sua capacidade de participar da vida púbica diminui. A violência contra as mulheres prejudica as famílias e comunidades de todas as gerações e reforça outros tipos de violência predominantes na sociedade.

A violência contra as mulheres também empobrece as mulheres, suas famílias, suas comunidades e seus países.

A violência contra as mulheres não está confinada a uma cultura, uma região ou um país específicos, nem a grupos de mulheres em particular dentro de uma sociedade. As raízes da violência contra as mulheres decorrem da discriminação persistente contra as mulheres.

Cerca de 70% das mulheres sofrem algum tipo de violência no decorrer de sua vida.

As mulheres de 15 a 44 anos correm mais risco de sofrer estupro e violência doméstica do que de câncer, acidentes de carro, guerra e malária, de acordo com dados do Banco Mundial.

Violência praticada pelo parceiro íntimo

A forma mais comum de violência experimentada pelas mulheres em todo o mundo é a violência física praticada por um parceiro íntimo, em que as mulheres são surradas, forçadas a manter relações sexuais ou abusadas de outro modo.

Como forma de informação, prevenção e o combate à violência contra as mulheres, e atendimento à mulher em situação de violência mostrando seus direitos. O serviço de educação popular (SEDUP) de Guarabira lançou em rede social 

A Campanha Viva Mulher: "Participação popular para a violência acabar" tendo como objetivo estimular reflexões sobre violência contra a mulher a partir de depoimentos de mulheres que estão inseridas nos espaços de discussão sobre políticas públicas da região do brejo paraibano. 

A Campanha virtual consiste na divulgação nas redes sociais de vídeos de curta duração feitos com diversas mulheres. Foi lançada no dia 28 de março de 2014 na roda de diálogo "Mulher: Participação e Políticas Públicas contra a violência", em Guarabira-Pb. 



Leia alguns trechos do depoimento realizado por Ângela Diniz, e vídeos protagonizados por Maria da Soledade Leite ( Poetisa Repentista), Francisca Paulina da Conceição, Simone da Silva.


"A pior violência é negar o direito de se expressar"

"(...) A violência não é só um tapa ou uma facada, mas a violência do companheiro que massacra com palavras e posturas em relação à mulher".

Ângela Diniz traz seu depoimento para a campanha "Viva Mulher: participação popular para a violência acabar" e provoca uma reflexão: Como você acha que a sociedade trata a mulher? Confira! "A pior violência é negar o direito de se expressar"

"(...) A violência não é só um tapa ou uma facada, mas a violência do companheiro que massacra com palavras e posturas em relação à mulher".

Ângela Diniz traz seu depoimento para a campanha "Viva Mulher: participação popular para a violência acabar" e provoca uma reflexão: Como você acha que a sociedade trata a mulher?


Confira! Os vídeos abaixo e  compartilhe desse momento.










Da redação Walter Lima / jornalista / Com enfoque SEDUP

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