Afirmação é da promotora de Justiça, Maria Cristina Rocha Pimentel, do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES)
Ela também alerta para que os prefeitos fiquem atentos para a contratação de veículos em péssimas condições e com preços bem acima do mercado. “Na hora de fechar o contrato, os proprietários apresentam carros novos e vistosos, mas depois colocam carros velhos para atender aos estudantes”, adverte Maria Cristina. “Também tem que observar se os veículos e condutores estão atendendo ao Código de Trânsito Brasileiro”.
“Os promotores têm que estar próximo à sociedade, mas os Conselhos Escolares e da Educação, além da população têm que fiscalizar e encaminhar as demandas”, afirmou a promotora, acrescentando: “A responsabilidade não é só dos governos, mas da família e da sociedade. Temos o dever de comunicar o que não está funcionando”.
O 'II Seminário Ministério Público Pela Educação – Problemas e Desafios da Paraíba', que se encerrou na tarde da última sexta-feira (7), foi promovido pelo Centro de Apoio Operacional às Promotorias da Educação (Caop da Educação) e pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), ambos do Ministério Público do Estado da Paraíba.
Na parte da tarde da última sexta-feira (7), antes do encerramento do evento, aconteceu às 14h a palestra 'Indisciplina na Escola – outros olhares', com o promotor de Justiça Raimundo Sílvio, coordenador do Núcleo de Justiça Restaurativa do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN). A mesa foi presidida pela promotora de Justiça Ana Raquel Brito Lira Beltrão, do MPPB.
Da redação Walter Lima / Com enfoque da Assessoria
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